segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

As Maravilhas!

Estou em estado de graça! Chegou o livro que eu estava de olho grande há tempos, mas era caro, e ninguém que eu conhecia tinha falado dele.. Mas, enfim, eu tinha de ter esse livro. Tudo a ver comigo, tudo a ver com o blog.

O autor é, simplesmente, Alexandre Dumas. Além de eu ter uma inconsciente mania de alexandre, meu padrinho foi quem me apresentou ao autor. Eu  adorava o meu padrinho! Ele fumava cigarros mentolados, costumava usar meias com cores diferente uma da outra (verde no esquerdo, azul no direito etc.) e era um genio. Um engenheiro daqueles!  Aprendeu alemão sozinho, ia ao cinema e via o filme três vezes. Quando foi para a Alemanha teve a oportunidade de testar o método: ele falava, era perfeitamente compreendido mas não entendia a resposta!
Meu padrinho me dava presentes de sonho! Casinha de boneca com luz dentro, rádio de pilha, um urso do meu tamanho.. .E nós dois gostávamos de jogos lógicos. E ele era apaixonado pelos três Mosqueteiros e por Arsene Lupin.
Tínhamos assunto! 

Recentemente, descubro que Alexandre Dumas escreveu um dicionário gastronômico! Eu me senti que nem a personagem maluca do  ótimo filme Pescador de Ilusões ao desejar as unhas pintadas: eu tinha de ter o livro! Ah.. Mas é caro.. Enfim, comprei na estante virtual, como sempre. Novinho e a metade do preço!
Pode parecer estranho mas tenho prazer em ler enciclopédias e dicionários. Desde a Barsa que ganhei em 65 e ainda tenho mas me falta a letra M (alguém tem esse volume sobrando?) o Aurélio que meu pai também me deu na mesma época, os almanaques que minha avó tinha na sua mesinha de cabeceira e o Tesouro da Juventude da minha prima Flavia. 

Com esse foi melhor ainda! Além de uma lista muito abrangente de elementos culinários, ilustrações maravilhosas de artistas geniais como Doré,  receitas muito legais e , o melhor de tudo: casos!! Histórias e mais histórias envolvendo a alimentação!
Estou feliz que nem pinto no lixo!
E inaugurei com abóbora, claro, vocês viram quantas eu tenho para dar cabo!
Como tenho hábito de ter abóboras cortadas na geladeira, em fatias para grelhar (comi tanto ano passado que fiquei com a mão amarela e juro que não fui eu!)
  usei as tais fatias.  Aferventar os pedaços de abóbora com sal. Poucos minutinhos, para ela não amolecer . Escorrer e refogar no alho, azeite , cebola e o tempero que quiser, usei Provence. Num  tabuleiro  ou pirex, cobrir com queijo ralar e levar ao forno para derreter.. HUMMMMMMMMMMM!!!

9 comentários:

Renata disse...

Que bárbaro! Já tinha ouvido falar na existencia desse livro, mas nunca o tinha visto ao vivo e à cores!!! Vou ver se consigo um pra mim tbm, voce me matou de inveja...kkkkk!!!!

E o padrinho? Put´s! Queria um assim tbm!

Abraço, foi bom ter vindo aqui!

Gina disse...

Entendo você quando se empolga assim. A gente precisa dessa motivação de vez em quando.
E você continua tendo muito assunto!
Divirta-se com sua maravilha.
Bjs.

Chocolate na Cozinha disse...

Oi Angela, tudo que eu mais adoro: cafezinho com biscoito!!!
Agradeço a visita no blog e volte sempre!!
bjs,
Verônica

Amehlia Digital ® disse...

Cumadi,
Cafezin com biscoitin?! Ô coisa boa!
Não conhecia o livro..e adorei a prosa do padrinho e suas meias...=}
Não como abóbora (ainda:)mas gostei do quêjin...claro...=]
Desejo uma linda semana, viu?!
Um bejim!

welze disse...

não conhecia esse lado do grande Alexandre Dumas. que bom vc falar à respeito. as abóboras devem ter ficado um show. boa semana

Andréa disse...

Eu não conhecia o livro, mas com certeza depois da sua postagem fiquei mais interessada.
Essa receita é muito boa, eu amo abóbora!

Beijos,
Andréa...

Gina disse...

Angela, respondendo à suas perguntas...
Nunca usei farinha com fermento. Sempre coloco o fermento separado e acrescento no final, sem bater. As razões estão lá.
Você que usa a farinha que já vem com fermento, costuma bater? Quanto ao crescimento, você vê diferença? (vim responder e trouxe perguntas)
Também não substituo óleo por margarina, só testando.
Bjs.

angela disse...

Gina, também não uso farinha com fermento não, pelo menos quando não compro errado, o que já aconteceu e o desastre junto. Mas vejo muitas receitas que a utilizam.
Vou testar a sua receita com margarina pra ver no que dá, mas escondido da Neide Rigo!:-)
Amélia, porque não comes abóbora? Não pode ou não gosta? Eu detesava, como pode ver em algum post antigo com esse título, mas agora..

angela disse...

Oba!! novos amigos!! Amigos, sejam benvindos, a casa é sua, não faça cerimônia!! (estou cantando essa música)