domingo, 17 de julho de 2011

Trivial variado

Odeio o Nicholas sparks . Não só escreve romances bobos como consegue me fazer chorar em todos! Que raiva! Esse não foi diferente, o casamento. Em português está apenas na coleção da Seleções,acho. Ainda trata da família de Noah,  do livro-filme O livro de Noah, que é de uma poesia fantástica. Foi ele que me fez ir atrás de todos os livros do cara. E querer matá-lo como aos seus personagens, pois me faz chorar, e eu continuo lendo ele. Acho que por dois motivos: se tem letra eu leio; já que gastei dinheiro comprando, mesmo que tenha sido 8 reais por 4 resumos, acho desperdício deixar sem ler. A mesma coisa que faço com pão velho, não jogo fora, como, vira torrada ou farinha de rosca.

Nesse livro, o personagem casado há 38 anos resolve ser um marido mais legal e casar com ela na presença de um pastor, com vestido de gala, festa, dança, flores, toda essa bobajada, pois só tinham se casado no civil e a mulher era frustrada. Não senti nenhuma empatia pelo casal, mas continuei lendo. O pai dela, Noah, o que fala com o cisne porque acha que o cisne é a mulher dele reencarnado, ah.. esse é legal.   Eu não entendo muito essa coisa de casamento com cara de princesa não, acho esquisito, mas, tudo bem.  Festa é festa.
Mas, o mais importante pra nós é que o marido em processo de perfeição é quem faz as refeições do casal! O acordo deles era sábados,mas , como ele quer ser maravilhoso, faz todas as refeições pra ela. E cada prato... Primeiro cesar salad e cogumelos rechados com salsicha e queijo cremoso de entrada, em seguida vitela marsala enquanto conversam que o bolo de casamento será de duas camadas com sabor baunilha e cobertura de creme azedo.  A vitela foi assada e depois regada com vinho marsala, suco de limão, cogumelos, caldo de carne e chalotas.  Depois, outro dia, ele prepara frango a cordon bleu com vegetais passados na frigideira com manteiga.

Mas estou virando vegetariana aos poucos, uma pena. E lembrei do início do meu casamento quando o marido era o cozinheiro de plantão para gaudio de todos! Festins diabólicos em quantidades de quartel! Panelões ferviam na cozinha e rapidamente eram esvaziados por um trio de jovens e mais o chef.

Mas aí, aprendi a cozinhar e ele se aposentou das panelas. Uma pena, pois é muito difícil manter o tal trivial variado.  Principalmente se só nos resta variações sobre peito de frango e legumes com gordura pra fazer. Mesmo assim, a gente tenta! Frango com batatas é o prato predileto!
Então, folheio os livros e revistas. E pronto: rocambole de frango!! Que maravilha! Peito de frango batido no processador com miolo de pão, salsinha, cebola, cebolinha, tomate, orégano e também dentro, presunto e queijo  mussarela! Por cima, se quiser, um pouco  de molho de tomate.

Ontem, vi uma receita do gaúcho e achei que tinha encontrado a felicidade:  ele promete a delícia das delícias num simples frango envolvido com creme de cebola (em pó) e leite! E forno!  Fiz ao pé da letra. Que coisa horrível! Sem gosto e gosmento! E volta pra panela, e dá-lhe molho inglês e sal e algumas azeitonas. Ufa. Frango salvo. Mas não ficou lá essas coisas.




No entanto , os bolinhos.. hummmmmmmmm!!

3 comentários:

Anônimo disse...

E a receita do gaucho nao deve ter ficado muito boa nao , ja os bolinhos como vc disse hummmm que cara boa beijos Denise

Kenia Bahr! disse...

Angela, preciso de contar sobre uma coisa que minha cunhada querida me apresentou... acho que você vai gostar (será?) e, se gostar, vai virar um mundo de sabores em suas mãos, pq é tão versátil, dá pra inventar de mil jeitos, doces, salgados, frios, quentes... ahhhhh... vou te mandar por email. Mas preciso saber? você gosta de massas à base de arroz? Beijos ;)

angela disse...

Denise, os bolinhos! agora já sei, se tiver de fazer bolinhos, meto um creme de cebola neles e está temperado! Kênia, quero sim. Não sei nem o quê, mas quero! viu os pães de arroz que fiz? estão por aí.